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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Conquista brilhante de um ex-aluno Especialista pela Anamt



Fábio Ruschel 1º lugar na UFRGS (Mais uma vez obrigado pelos ensinamentos).

Parabéns Fábio pelo excelente resultado. Te desejo um ótimo desempenho na carreira com muito sucesso! Abraço fraterno do velho professor.



Pingente detecta presença de amendoim e outros alérgenos alimentares


Para quem sofre de alergia alimentar jantar fora de casa costuma ser estressante. Mesmo uma pequena quantidade do alimento alérgeno pode desencadear sintomas graves. Em alguns casos, pode causar até mesmo uma reação com risco de vida, conhecida como anafilaxia. Agora, um sensor portátil que detecta a presença de alérgenos comuns ocultos nos alimentos promete tornar o processo de verificação de pratos mais fácil e seguro para alérgicos a alimentos como amendoim, moluscos e castanhas.
O dispositivo, chamado Allergy Amulet, se conecta a uma tira de teste descartável que deve ser mergulhada no prato que será analisado. Em forma de pingente, ele pode ser usado em um colar ou incorporado a um relógio ou pulseira. As pequenas tiras de teste descartáveis, que acompanham o kit, detectam a presença de proteínas únicas, específicas dos alérgenos conhecidos. Se um alérgeno estiver presente, as proteínas irão ligar-se à tira e o dispositivo alertará o usuário em segundos. 
Para funcionar, o amuleto utiliza um polímero com impressão molecular. O polímero tem cavidades sintéticas que correspondem a alergénos com forma, carga e outras propriedades moleculares específicas. Assim, os alérgenos detectados entram nas cavidades e desencadeiam uma reação química que alerta o utilizador de sua presença. A empresa afirma que a tecnologia se concentra em níveis minúsculos, concentrados em ppt (partes por trilhão).
O Allergy Amulet, inicialmente, tem como alvo a proteína de amendoim para o primeiro produto, mas os dispositivos para detectar nozes, leite, mariscos e glúten estão em desenvolvimento. Atualmente na fase de prototipagem, o lançamento do sensor é esperado para 2017.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

50 mil Visualizações no Blog

Nesse momento, chegamos a 50 mil visualizações do blog Semiologia Ortopédica. Gostaríamos de agradecer a todos que nos acompanham, que curtem a página do Facebook, visualizam e acessam os materiais disponíveis no blog. Estamos sempre trabalhando para que haja conteúdo de qualidade na área de Ortopedia e Medicina, para estudantes e público em geral. 

Esperamos que este espaço continue a se transformar em mais um cenário de aprendizagem e que possa esclarecer as dúvidas, porventura, existentes. O autor deste Livro Eletrônico e deste Blog sentir-se-á recompensado se os mesmos contribuírem para o aprimoramento do exame clínico do aparelho locomotor. 

Podem acessar também o Livro Ilustrado de Semiologia Ortopédica no menu lateral do blog, organizado por módulos é de fácil acesso.

Muito obrigado!

Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes



Países no mundo que acessaram o blog Semiologia Ortopédica



Glossário Temático Traumatologia e Ortopedia 2ª Edição

Acesse a o Glossário Temático Traumatologia e Ortopedia 2ª Edição
Clique na imagem para acessar.




sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Fontes de Informação em Saúde


Especialmente para quem pesquisa na área da saúde, alguns desses sites são essenciais:


World Health Organization - Brasil
WHO é a sigla de World Health Organization, conhecida no Brasil como Organização Mundial de Saúde (OMS). É a principal organização de pesquisa e ação em saúde no mundo. Os dados que a OMS oferece são importíssimos na constituição de um trabalho científico na área de saúde que leve em conta aspectos quantitativos.




Um dos mais completos conjuntos de serviços de informação em saúde com acesso livre a resumos e publicações. Essencial, ainda contém diversos links para outros diretórios.









Departamento de Informática do SUS
O DataSUS dispõe de dados e estatísticas inclusive financeiras, sobre todo o SUS. Destaque para a seção de Informações em Saúde a qual remete para outros bancos de dados essenciais para a pesquisa em saúde.





Contém informações sobre saneamento, vacinação e combate a endemias. Entre outros, oferece acesso a legislação da área e uma biblioteca digital com vídeos e publicações.











Portal oficial do Ministério da Saúde com programas e projetos de saúde governamentais, notícias e legislação que rege os serviços de saúde no Brasil.







A ANVISA é responsável pela fiscalização da produção e da comercialização de produtos e serviços que possam influir sobre a saúde da sociedade e que sejam submetidos à vigilância sanitária. No site estão disponíveis legislações específicas, alertas, informas, notícias e uma gama de assuntos de interesse para profissionais da área.





Reúne informações sobre assuntos de saúde de modo abrangente, contendo atos normativos específicos, fóruns, atas das reuniões do conselho e até uma biblioteca virtual. Na biblioteca estão disponíveis diversos livros como o documento oficial da Política Nacional de Alimentação e Nutrição e a versão completa da Legislação em Saúde Mental.






Muitas dessas organizações também estão no Twitter, confira:

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Aula teórico-prática Medicina do Trabalho - Fasaúde

Aula teórico-prática de exame do aparelho locomotor para Medicina do Trabalho - 28 e 29 de outubro de 2016 - Fasaúde/Porto Alegre.












terça-feira, 8 de novembro de 2016

Como Identificar IAM - Infarto Agudo do Miocárdio


Doenças crônicas nasceram do descompasso entre vida moderna e nossa evolução

O bioantropólogo Dan Lieberman, da Universidade Harvard, resolve concluir a entrevista sobre seu novo livro, "The Story of the Human Body" ("A História do Corpo Humano"), com uma espécie de grito de guerra: "A medicina precisa da teoria da evolução!", brada ele.

De fato, o slogan é um excelente resumo da obra, cujo subtítulo, não por acaso, é "Evolução, Saúde e Doença". 


Para o cientista, a principal razão pela qual os Homo sapiens de hoje, em especial os moradores de países ricos, sofrem cada vez mais de doenças relativamente fáceis de prevenir – obesidade, problemas cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer, entre outras mazelas – é o fato de muitos médicos ignorarem a evolução humana.

Um exemplo simples: muita gente sabe que nossos ancestrais pré-históricos, assim como nossos "primos" de hoje, os chimpanzés, tinham uma dieta obtida a partir da caça e da coleta, com grande quantidade de frutas.

A questão, porém, é que a mais açucarada dessas frutas silvestres era tão doce quanto uma cenoura, o que mostra como é absurda a quantidade de açúcar disponível na mesa dos humanos de hoje.
Sem essa perspectiva, argumenta Lieberman, a medicina preventiva vira algo impossível. "Como você pode tratar uma doença de fato sem entender suas causas? Afinal, tratar os sintomas de uma doença deveria ser apenas a segunda opção, caso você não consiga tratar as causas", diz ele.

Detalhes como esse povoam as páginas do livro, que começa com cara de curso básico sobre a evolução da nossa espécie (dos pré-australopitecos, há 6 milhões de anos, à invenção da agricultura, meros dez milênios atrás), mas logo engrena para mostrar os elos entre as raízes da nossa anatomia e fisiologia e os problemas de saúde do mundo moderno.

O bioantropólogo de Harvard mostra, por exemplo, que os níveis atuais de atividade física no mundo desenvolvido são uma completa aberração perto do padrão dos caçadores-coletores (que percorrem uma média de dez quilômetros por dia, quase sempre carregando comida, ferramentas e crianças).
Não por acaso, uma de suas ideias mais ousadas é a de que a anatomia humana foi forjada para correr por longas distâncias em velocidade moderada.

Uma das "armas secretas" dessa vocação humana para a vida de fundista seriam os músculos das nádegas, os mais volumosos do corpo, cuja especialidade é estabilizar a passada e impedir que o tronco penda para a frente durante a corrida. (Caso você esteja se perguntando, chimpanzés têm um bumbum que, perto do nosso, é diminuto.)

Lieberman diz que há evidências de que muitos dos problemas ortopédicos crônicos do homem moderno têm a ver não só com o sedentarismo como também com o excesso de conforto – calçados confortáveis demais ou colchões macios agravariam o problema, já que a musculatura não se desenvolve como deveria para aguentar impactos de longo prazo.
Uma das soluções propostas por ele: acostumar-se a correr descalço.

SORRISO ESBURACADO
Um fenômeno parecido – a abundância de comida molenga, excessivamente processada, pobre em fibras e rica em açúcar– estaria por trás da atual epidemia de aparelhos ortodônticos e cáries (caçadores-coletores, mesmo os mais idosos, raramente têm dentes cariados).
Levando em conta a propensão humana quase universal para devorar o máximo de comida calórica possível, Lieberman diz que é preciso admitir que apenas campanhas educacionais não vão resolver a atual epidemia de obesidade e doenças relacionados – o desejo natural de se empanturrar é simplesmente forte demais, afirma o bioantropólogo.
"O fato é que a maioria de nós precisa de ajuda para agir a favor de seus próprios interesses, e precisamos de ajuda para evitar que outros nos seduzam ou enganem", diz.
"Então é claro que precisamos de regulamentação governamental nessa área. Acho que o tabaco é um bom modelo. Antes que o governo dos EUA agisse nessa área, 50% dos americanos fumavam. Com regulação, esse número caiu para 20%."

The Story Of The Human Body
AUTOR
Daniel Lieberman
EDITORA Penguin

Fonte: - REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Funções Motoras

Avaliação Motora


  • Devemos avaliar a tonicidade muscular, a rigidez, trofismo e movimentos voluntários/involuntários.
  • Lesões do NMS (Liberação Piramidal): hipertonia, hiper-reflexia, hipertrofia, espasticidade, sinal de Babinski.
  • Sinal Piramidal Deficitário (Fase Aguda): Plegia/ Paresia, Hiperextensibilidade, Perda do Reflexo Cutâneo-Abdominal e Cremastérico.
  • Lesões do NMI: hipotonia, hipo / arreflexia, hipotrofia e fasciculações.
  • Observar inicialmente o paciente sentado e sua postura.
  • Sistematização da Avaliação dos Grupos Musculares:
    • 0 = não há contração muscular.
    • 1 = há apenas contração do músculo mas não movimento.
    • 2 = vence por pouco tempo a gravidade.
    • 3 = sustenta o músculo contraído contra a gravidade mas não vence resistência.
    • 4 = vence pequena resistência.
    • 5 = músculo normal.
  • Realizar Teste de Manutenção de Postura:
    • Mingazzini para MMSS (manobra dos braços estendidos) e para MMII.
    • Manobra de Barré.
    • Sinal de Raimiste: antebraço fletido a 90º - queda do punho: “mão em gota”
* Hemiparesia Completa: hemicorpo + Face
* Hemiparesia Incompleta: hemicorpo – Face
* Hemiparesia Alterna: hemicorpo + algum comprometimento de pares cranianos contralateral = lesão no tronco encefálico.
* Hemiparesia Proporcional ou Desproporcional: comparar MMSS vs. MMII
* Tetraparesia: perda de força nos 4 membros.
* Paraparesia: perda de força em 2 membros simétricos – Braquial ou Crural. A paraparesia é pior distalmente, típica de lesões após colisão traseira de automóvel – MMSS recupera-se mais lentamente que os MMII = Síndrome de Schneider.
* Parestesia: perda da sensibilidade.
* Plegia: perda total dos movimentos.

  • Síndrome de Weber
    • Lesão no pé do pedúnculo cerebral (lesão do III par).
    • Hemiplegia completa contralateral.
  • Síndrome de Foville Peduncular
    • Hemiplegia completa contralateral à lesão.
    • Paralisia do olhar conjugado para o lado da lesão.
  • Síndrome de Benedikt
    • Lesão do núcleo rubro (calota peduncular).
    • Hemiataxia, hemitremor, hemianestesia e hemiparesia contralateral à lesão.
    • Paralisia do III par no mesmo lado.
A:Foville Peduncular (doente não pode contemplar sua hemiplegia);
B: Foville Protuberancial Superior (paciente contempla sua hemiplegia completamente)
C: Foville Protuberancial Inferior (paciente contempla sua lesão parcialmente)

Manobra dos Braços Estendidos 2 minutos

Lesão do Nervo Radial Esquerdo: Mão Caída



Manobra de Mingazzini 2 minutos

Manobra de Barré

Manobra da Queda do MMII em Abdução

·         Tônus Muscular: avaliado pela palpação, percussão, movimentação passiva e balanço passivo das articulações.
o    Hipotônico
§  Lesão Cerebelar
§  Lesão de Nervo Periférico
§  Lesão Medular.
o    Normotônico
o    Hipertônico
§  Lesão Piramidal:
§  Espasticidade Elástica = Sinal do Canivete
§  Lesão Extrapiramidal:
§  Espasticidade Plástica = Parkinsonismo (Sinal da Roda Dentada)

  • Avaliamos os diversos grupos musculares:
    • M. Deltóide e sua raíz de C5

  • Teste do Pronador: paciente deverá sustentá-lo por pelo menos 10` com os olhos fechados.
  • Indica lesão no NMS.


  • Teste do Bíceps: através dessa manobra observamos o nervo musculocutâneo e sua raíz C5 e C6.


  • Extensores do punho: verifica raízes de C6 e C7.

  • Avaliação do Músculo Tenar e Hipotenar: raíz de C8, nervo mediano.

  • Abdução dos dedos: nervo ulnar, raíz de T1.

  • Oposição do polegar: nervo mediano, raíz de C8 e T1.


  • Teste do músculo íliopsoas: pede-se para o paciente levantar a perna contra resistência. Checagem do nervo femoral e raízes de L2-L3.


  • Teste de adução das pernas: verifica-se as raízes L2, L3 e L4.

  • Teste de Abdução das pernas: avaliação do músculo glúteo máximo e glúteo mínimo – raízes de L4, L5 e S1.


  • Avaliação do Glúteo Máximo: pede-se ao paciente que pressione sua perna contra a mão do examinador. Teste das raízes de L4 e L5, nervo glúteo.


  • Teste do Quadríceps Femoral: apoiamos a mão sob o joelho e pede-se para que o paciente faça o movimento de chutar. O M. Quadríceps é inervado pelo nervo femoral – raízes de L3 e L4.

  • Teste do Nervo Ciático: pedir ao paciente que puxe a perna contra sua mão. Teste das raízes de L5 e S1.


  • Dorsoflexão: inervada pelo nervo peroneal nas raízes de L4 e L5.


  • Teste do Músculo Sóleo e Gastrocnêmio: inervada pelo nervo tibial nas raízes de S1 e S2.

  • Teste para o músculo extensor longo do hálux: inervado por raízes de L5.


·         Sinais Radiculares:
o    Sinal de Laségue: não deve haver dor com elevações até 30º.
o    Sinal de Gowers: característico da distrofia muscular de Duchenne.
o    Sinal de Naffziger
o    Sinal de Lhermitte
o    Sinal de Patrick (contra-prova): diferencia lesões nervosas de ortopédicas.
o    Sinal de Schober: sugestiva de espondilite anquilosante.
o    Sinal de Phalen: sugestivo de síndrome do túnel do carpo.
o    Sinal de Froment: sugestivo de síndrome do canal de Guyon.
o    Sinal de Tinel: sugestivo de síndrome do túnel do carpo.
o    Prece Maometana


Manobra de Phalen
Prece Maometana

Manobra de Tinel

·  Sinal de Naffziger: As veias jugulares são comprimidas de ambos os lados por aproximadamente 10 segundos, enquanto o paciente permanece na posição supina. A face do paciente fica ruborizado e é pedido para o paciente tossir. O aparecimento de dor na região lombar causado pela tosse, indica a presença de aumento da pressão intratecal.


  • Teste de Schober


·   Manobra de Valsalva: com o paciente na posição sentada é solicitado a realização de expiração forçada com a boca fechada e esforço semelhante ao ato de evacuar. O aparecimento ou agravamento da dor indica aumento da pressão intratecal.