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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

COLUNA LOMBAR – Perguntas e Respostas

O que é o teste de elevação da perna reta (teste de Lasègue)?  Como ele é realizado?






O teste de elevação da perna reta é indicativo de compressão das raízes nervosas lombares  baixas: L4, L5 e S1. O nervo ciático é formado pelas raízes lombares baixas. Com o paciente deitado sobre a maca em posição supina, a perna sintomática é flexionada (elevada) com o joelho totalmente estendido. Um teste positivo reproduz sintomas radiculares com dor referida desde as nádegas para baixo dos joelhos nas pernas.

Descreva outro modo de realizar o teste.

Com o paciente sentado, o joelho é estendido completamente, produzindo o mesmo ângulo do teste de elevação padrão. A manobra deve reproduzir os sintomas radiculares para compressão de raízes nervosas lombares baixas.

O que é o teste reverso de elevação da perna reta (teste do estiramento do nervo femoral)?




Com o paciente deitado na maca em decúbito ventral (sobre o abdome), a perna é estendida com o joelho flexionado. A reprodução da dor na face anterior da coxa é vista com as lesões de raízes lombares altas L2, L3 e às vezes L4. O nervo femoral é formado pelas raízes lombares altas. Um teste positivo também é visto em lesões do psoas, como um abcesso.

O que é o sinal de Trendelenburg?



É um sinal de fraqueza do músculo glúteo médio. Quando uma pessoa normal fica de pé sobre apenas uma perna, o lado contralateral da pelve se eleva pelo esforço dos músculos glúteos. A elevação não ocorre com a fraqueza do músculo glúteo médio, que geralmente resulta de deslocamento congênito do quadril, fratura trocanteriana, poliomielite ou lesões da raiz nervosa espinhal com atrofia muscular.

Como é evidenciado o sinal de Trendelenburg?

Ficando-se de pé atrás do paciente e olhando o alinhamento das cristas ilíacas superiores. Em um paciente que está ereto, com os pés juntos e o peso distribuído uniformemente entre as pernas,  as duas cristas ilíacas superiores e as duas nádegas devem ser simétricas e estarem no mesmo nível.
Se o paciente flexiona uma perna e se apóia sobre a perna oposta, deve haver uma elevação normal da hemipelve e da nádega, do lado sem apoio. A falta de elevação da hemipelve e da nádega (ou ainda mais, um afundamento desta nádega) indica fraqueza do músculo glúteo médio ipsilateral e representa um sinal de Trendelenburg positivo.

O que é a Marcha de Trendelenburg?



É uma marcha balançante vista em pacientes com fraqueza ou paresia dos músculos glúteos. Ela é observada frequentemente na distrofia muscular progressiva.

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