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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Instabilidade traumática posterior do quadril e impacto fêmoro-acetabular em atletas

American Journal of Orthopedics; 2012;41(4):166-171 

Pesquisadores publicaram, recentemente, no American Journal of Orthopedics, um relato de três casos de instabilidade posterior do quadril associada ao impacto fêmoro-acetabular. Em cada caso, foi obtida história clínica detalhada, foi realizado exame físico, foram avaliadas imagens, foram registrados achados intraoperatórios e os pacientes foram clinicamente acompanhados por um ano. 

Dois dos três pacientes mantiveram subluxações traumáticas posteriores do quadril não causadas por lesões de contato. Todos os pacientes tiveram diminuição da rotação interna ao exame físico, evidências radiográficas de retroversão do acetábulo, uma lesão exuberante, ângulo alfa aumentado e uma fratura posterior da rima acetabular com lesão de labro associada. Todos os pacientes foram submetidos à artroplastia de quadril e reparo direto do fragmento ósseo acetabular utilizando três a cinco âncoras de sutura. O acompanhamento por um ano em todos os casos demonstrou resultados bons ou excelentes e retorno completo às atividades, sem restrição. 

Os pesquisadores concluíram que pacientes com impacto fêmoro-acetabular podem estar predispostos ao deslocamento traumático posterior ou à subluxação e fratura concomitante da rima acetabular posterior, com lesão do labro. Os pesquisadores propõem que o impacto fêmoro-acetabular predispôe estes atletas à instabilidade posterior do quadril.