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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Parceria do Blog Semiologia com Undergreen



A expressão do amor pelo verde, por objetos minimalistas. Um novo significado a materiais que seriam descartados.

 Marieta Simch
www.undergreen.com.br
@undergreen

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Doença de Perthes

Perthes é uma condição em crianças caracterizada por uma perda temporária do fornecimento de sangue para o quadril. Sem um adequado suprimento sanguíneo, a cabeça arredondada do fêmur (a "bola" do quadril) morre. A área fica inflamada e irritada intensamente.



Apesar do uso do termo "doença" de Perthes, ainda, é realmente um processo complexo que evolui em etapas. O tratamento de Perthes pode exigir períodos de imobilização ou limitação das atividades habituais. O prognóstico em longo prazo é bom na maioria dos casos. Depois de 18 meses a 2 anos de tratamento, as crianças retornam para as atividades normais, sem grandes limitações.

A Doença de Perthes é observada em crianças, geralmente, entre 4 e 10 anos de idade. É cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas. Ela foi descrita originalmente há quase um século como uma única forma de artrite dos quadris na infância.

Os sintomas

A criança pode apresentar sinais de claudicação e podem se queixar de leve dor. A criança pode ter tido esses sintomas de forma intermitente ao longo de semanas ou meses. Às vezes, a dor é causada por espasmos musculares que podem resultar de irritação ao redor do quadril. A dor pode ser sentida em outras regiões do membro inferior, tal como a virilha, coxa ou joelho. Quando o quadril é movimentado, a dor piora. Muitas vezes, o repouso alivia a dor.

Diagnóstico

Normalmente, os raios X diagnosticam a doença. A criança com Perthes tem várias radiografias realizadas ao longo do tratamento, que podem ser de dois anos ou mais. Normalmente, é visto nos raios-X uma piora do quadril doente antes de melhorar gradualmente.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Nova droga inibe o desenvolvimento de câncer de pulmão



Pesquisadores do Instituto de Ciência do Câncer de Cingapura, em colaboração com cientistas da Universidade de Harvard e da Universidade de São Paulo, descobriram uma nova maneira de interromper o desenvolvimento de câncer de pulmão. O estudo, conduzido pela brasileira Dra Elena Levantini, identificou que a inibição de uma proteína chamada BMI1 pode coibir a progressão do tumor. Além disso, a investigação identificou o marcador tumoral C/EBPa, fator que pode ajudar a determinar quais indivíduos estão em risco e poderão se beneficiar da nova terapia.

Para determinar a relação entre o marcador C/EBPa e a proteína oncogénica BMI1 a equipe analisou o tecido pulmonar de 261 pacientes. Constatou-se a correlação entre as duas moléculas, e mais de 80% dos tecidos com baixo nível de C/EBpa produziram resultados positivos a expressão de BMI1. Os resultados foram validados por meio de testes em animais. Ao manipular a BMI1 em cobaias, os pesquisadores comprovaram que a diminuição da expressão dessa proteína foi suficiente para inibir significativamente o crescimento tumoral e completamente a formação de tumores.

O câncer de pulmão é um dos cânceres mais letais do mundo, responsável por 30% das mortes relacionadas a tumores malignos. A descoberta do papel substancial que a BMI1 desempenha na formação de tumores poderá contribuir para o progresso de novas terapias e estudos relacionados a metástase, prognóstico e recorrência deste tipo de câncer.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

TUMORES ÓSSEOS – IIª PARTE – Perguntas e respostas


Qual é o nome da síndrome de encondromatose múltipla?

A síndrome de encondromatose múltipla é chamada de doença de Olier.

O que é um tumor de células gigantes do osso?

O tumor gigantocelular é uma lesão agressiva, caracterizada por tecido bem vascularizado feito de células gigantes arredondadas e multinucleadas.

O que é um condrossarcoma?

Um condrossarcoma é um tumor maligno no qual o tecido neoplásico básico é a cartilagem totalmente desenvolvida, formada diretamente pelo estroma sarcomatoso.

Descreva os achados clínicos em um paciente com condrossarcoma.

A dor é o sintoma mais comum nos pacientes com condrossarcoma. A sensibilidade local está presente com a dor. Uma massa tumoral indolor de longa data pode ser o sintoma de apresentação. O condrossarcoma é visto em um amplo grupo etário, variando de 11-70 anos. Os locais mais comuns são pelve, costelas e cintura escapular.

Cite os tumores malignos formadores de osso.

Sarcoma osteogênico primário, Sarcoma osteogênico secundário originando-se na doença de Paget, Osso irradiado.

 O que é um sarcoma osteogênico?

Um sarcoma osteogênico é um tumor ósseo maligno no qual o estroma celular proliferativo produz diretamente osso osteóide ou imaturo.

O que é um sarcoma de Ewing?

O sarcoma de Ewing é um tumor maligno primitivo do osso, caracterizado por pequenas células uniformes e densamente agrupadas com núcleos redondos, mas sem bordas citoplasmáticas distintas.

Descreva a apresentação clínica e as características do sarcoma de Ewing?

Muitos pacientes com sarcoma de Ewing têm febre leve à moderada, anemia, leucocitose e aumento da VSG. Geralmente, está presente uma dor severa. O edema ocorre no local do tumor. Os sintomas neurológicos pode se apresentar secundários ao sarcoma na pelve. Aproximadamente 80% dos tumores ocorrem nas primeiras duas décadas de vida. O fêmur tem a maior incidência de envolvimento, seguido pela tíbia, fíbula e úmero. Os achados da pelve estão envolvidos em aproximadamente 20% dos pacientes.

Qual é o tumor maligno mais frequente no osso?

É o mieloma múltiplo.

Onde se originam a maioria das metástases ósseas?

Mama, próstata, rins e tireóide.

Convido o leitor a acessar o Módulo 3 - Doença Musculoesquelética (Tumores  Ósseos) existente no Hipertexto de Semiologia Ortopédica nesse blog.

domingo, 11 de setembro de 2016

TUMORES ÓSSEOS – Iª PARTE - Perguntas e respostas


1.      Descreva o sistema de Enneking para o estadiamento dos tumores do sistema musculoesquelético?

Há três critérios para o estadiamento de Enneking: grau histológico, local anatômico e presença de metástase, regional ou distante. Para grau histológico, 0 equivalente a benigno, 1 à baixa malignidade e 2 à alta malignidade.  Um osteossarcoma é classificado como grau 2. O local anatômico pode ser inter ou extracompartimental. A terceira categoria distinta é a presença ou ausência de metástases. Os tumores malignos são então classificados como  1A, 1B, 2A, 2B, 3A, 3B. Todas as lesões grau 3 têm uma  metástase. Todas as lesões grau 1 são malignidades de baixo grau e intercompartimentais. As lesões grau 2 são malignidades de alto grau, inter ou extracompartimentais.

2.      Discuta os princípios para biópsia dos tumores musculoesqueléticos.

A amostra da biópsia deve ser excisada em bloco se o tumor é maligno e se houver contemplação de salvar o membro ou de amputá-lo. Não devem ser feitas incisões transversas durante a biópsia, nem devem ser expostas ou dissecadas estruturas neurovasculares importantes.  A biópsia deve atravessar somente um compartimento. Se um tumor ósseo tem uma extensão de partes moles, o osso não deve ser violado, e a amostra deve ser retirada das partes moles somente em sua periferia.
Se o osso tiver que ser violado, confecciona-se um orifício circular ou uma janela oblonga para diminuir a probabilidade de fratura patológica. Se o tumor for um sarcoma, uma fratura patológica habitualmente causa a perda da extremidade.

3.      Quais são os tumores benignos formadores de osso do sistema musculoesquelético?

O osteoma osteóide e o osteoblastoma.

4.      O que é um osteoma osteóide?

O osteoma osteóide é uma lesão osteoblástica benigna, caracterizada por um núcleo bem demarcado (nidus) de habitualmente menos de 1 cm, e uma zona circundante distinta de formação óssea reativa.

5.      Quais são os sinais e sintomas de um osteoma osteóide?

A dor é altamente te característica do osteoma osteóide. Ela é intermitente e vaga, mas gradualmente aumenta em severidade em geral ocorre à noite. A aspirina habitualmente alivia os sintomas de forma completa. O exame ocasionalmente revela edema de parte moles, e a palpação em geral revela dolorimento local.

6.      O que é um osteoblastoma?

O osteoblastoma, embora histologicamente relacionado ao osteoma osteóide, é uma lesão progressivamente crescente de tamanho maior; embora algumas vezes doloroso, ele é caracterizado pela ausência de formação óssea reacional.

7.      Cite os tumores benignos formadores de cartilagem encontrados no sistema musculoesquelético?


Osteocondroma,  Encondroma,  Condroblastoma,  Fibroma condromixóide.


Convido o leitor a acessar o Módulo 3 - Doença Musculoesquelética (Tumores  Ósseos) existente no Hipertexto de Semiologia Ortopédica nesse blog.

ARTROSE - OSTEOARTRITE : Perguntas e respostas

1.      O que é artrose (osteoartrite)?

Artrose (osteoartrite) é uma desordem não-inflamatória das articulações móveis, caracterizada pela deterioração da cartilagem articular e pela neoformação óssea na superfícies e margens articulares. Esta desordem também é conhecida como doença articular degenerativa.

2.      O que são osteófitos? Como é que eles se formam?

Os osteófitos, uma das principais características da artrose, são excrescências, habitualmente marginais, de cartilagem ossificada. Por causa da vascularização do osso subcondral, ocorre à proliferação da cartilagem adjacente e ossificação endocondral. As excrescências estendem-se do espaço articular livre ao longo do caminho onde houver menor resistência.

3.      Descreva as anormalidades patológicas da artrose em correlação com as anormalidades radiográficas.

·         Erosão da cartilagem – perda do espaço articular
·         Celularidade aumentada e deposição óssea de osso subcondral – eburneação óssea
·         Intrusdão do fluido sinovial para dentro do osso – cistos subcondrais
·         Revascularização da cartilagem remanescente e tração caspsular – osteófitos
·         Estimulação da membrana sinovial – osteófistos
·         Compressão do osso enfraquecido – colapso do osso
·         Fragmentação da superfície osteocondral – corpos livres
·         Destruiçõa e distorção dos ligamentos capsulares – deformidade e mal-alinhamento.

4.      Descreva os sintomas dos pacientes com artrose (osteoartritre).

O sintoma principal da artrose é a dor, que ocorre primeiro só com o uso articular e p movimento, mas mais tarde é aliviada somente pelo repouso. A dor é habitualmente de caráter contínuo e mal localizada. Em estágios severos da doença, a dor pode despertar o paciente por causa da imobilização propiciada pela própria massa muscular protetora, que ocorre durante as horas de vigília, limitando o movimento doloroso. A dor pode ocorrer com movimentos mínimos ou mesmo em repouso. Os espasmos musculares ao redor da articulação, frequentemente descritos como agulhadas, podem-se somas à dor. A maioria dos pacientes afetados tomam drogas anti-inflamatórias não-esteróides (AINEs) ou analgésicos para alívio dos sintomas.

É comum a rigidez ao despertar na manhã e após períodos de inatividade durante o dia. Uma vez que a articulação “se aquece”, os pacientes se sentem melhor. Se o paciente sentar por qualquer duração de tempo, a dor pode-se desenvolver após o reinício da atividade. O paciente deve “afrouxar” a articulação. Se estiverem presentes corpos livres ou rupturas meniscais, os pacientes podem queixar-se de episódios de falseio ou bloqueios articulares. Tipicamente existe alguma limitação de movimento, com frequência envolvendo a perda da extensão e da flexão. No quadril, os pacientes em geral mantem 90° de flexão, mas perdem a maioria da abdução, bem como as rotações interna e externa. No joelho, a maioria dos pacientes desenvolve uma contratura em flexão, habitualmente leve. A perda da dorsiflexão do tornozelo pode ocorrer, junto com as contraturas em flexão nas articulações interfalângicas proximal e distal.
Os pacientes podem descrever crepitação, que geralmente ocorre com qualquer amplitude de movimento articular. A crepitação pode estar associada com dor, e geralmente significa o atrito de osso sobre osso na artrite degenerativa.

5.      Quais são os sinais clínicos dos pacientes com artrose?

A maioria dos pacientes tem dolorimento localizado, geralmente na área de alterações degenerativas mais significativas. Os pacientes podem ter osteófitos palpáveis. Pode ocorrer crepitação à mobilidade. A amplitude de movimentos gerais está diminuída em comparação com a extremidade normal. A proliferação sinovial, se presente, não é tão severa quanto a da artrite reumatoide (pannus articular da AR). O derrame é geralmente mínimo. Um derrame aumentado é comum após episódios de leve torção ou falseio.

6.      Descreva as principais complicações da doença articular degenerativa.

·         Com a perda do espaço articular, pode ocorrer a angulação da extremidade afetada. Com o colapso completo do lado interno ou externo de uma das arti-culações, como do joelho, ocorre a deformidade.
·         Subluxação, como a vista na articulação carpometacarpal do polegar.
·         Anquilose ou susão óssea completa de uma articulação, como na metatarsofalângica do hálux.
·         Corpos livres intra-articulares ou ratos articulares relacionados a frat5uras subcondrais.

7.      Discuta os achados da coxartrose?

A coxartrose causa estreitamento do espaço articular, que é melhor visto em uma incidência  radiológica em AP da pelve. Os osteófitos ocorrem inferior e superiormente no acetábulo. Podem ser encontrados osteófitos na superfície superior e inferior da cabeça femoral. São comumente vistos corpos livres. Também podem ser vistos a esclerose do osso subjacente com áreas císticas adjacentes na cabeça, colo e área acetabular da articulação.

8.      Descreva os achados clínicos radiológicos na gonartrose (artrose do joelho).

Qualquer um dos três compartimentos do joelho – medial, lateral ou patelofemoral – pode estar envolvido. O colapso completo do espaço articular lateral coloca o joelho do paciente em uma posição de valgo. No compartimento medial, o colapso articular completo causa uma posição em varo. Podem ocorrer osteófitos medial e lateralmente, ou ao longo da articulação patelofemoral. Com frequência são identificados corpos livres na região da crista intercon dilar e nas porções posteriores dos espaços articulares medial e lateral. São comuns os cistos subcondrais e a esclerose óssea da articulação afetada




terça-feira, 6 de setembro de 2016

Escala de Glasgow – Nível de Consciência

Glasgow Coma Scale (GCS), conhecida em português como escala de Glasgow, é uma escala neurológica que permite medir/avaliar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo crânio-encefálico. É usada durante as primeiras 24 horas posteriores ao trauma e avalia três parâmetros: a abertura ocular, a resposta motora e a resposta verbal.
O traumatismo crânio-encefálico (TCE) ocorre na sequência de uma pancada exercida no crânio e pode causar diversas lesões. Os seus sintomas mais frequentes são a dor de cabeça, a sonolência, as náuseas e as convulsões.
Consoante a resposta do paciente, o profissional atribui um valor a cada parâmetro. A soma dos três valores constitui o resultado final da escala de Glasgow. Analisando a forma como o paciente abre os olhos, a pontuação pode ir de 1 (se o paciente não responder) até 4 (se a abertura ocular ocorrer de forma espontânea). No caso da resposta verbal, os valores começam em 1 (quando não há qualquer resposta) e vão até 5 (resposta orientada). Por fim, relativamente à resposta motora, a escala contempla valores de 1 (ausência de resposta) a 6 (quando a pessoa reage às ordens expressadas pela voz).
No que diz respeito aos valores, o valor mais baixo que se pode obter com a escala de Glasgow é de 3 pontos, ao passo que o valor mais alto é de 15 pontos. O paciente que obtenha menor pontuação é quem sofre de danos crânio-encefálicos mais graves. Consoante o resultado da escala de Glasgow, compete ao médico prescrever o tratamento a seguir.



  • Consciente (responsivo).
  • Sonolento (quando não requisitado, dorme).
  • Obnubilado (sonolento + desorientado).
  • Torporoso ou Estupor (somente abre os olhos com estímulo doloroso).
  • Coma Superficial (não abre os olhos com estímulos dolorosos mas emite alguma resposta).
  • Coma Profundo (sem resposta a estímulos dolorosos).
  • Coma com Decorticação (postura propiciada pelo núcleo rubro).
  • Coma com Descerebração (postura propiciada pelo núcleo vestibular lateral ou núcleo de Deiters).
  • Morte Cerebral.