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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Acessório para smartphone executa exames oftalmológico


A empresa italiana de tecnologia D-EYE anunciou um sistema inovador que permite realizar remotamente exames de mapeamento de retina. O dispositivo, também chamado D-EYE, transforma um smartphone em um oftalmoscópio portátil, capaz de gravar e transmitir fotos e vídeos do fundo do olho de um paciente para avaliação clínica.
Durante o exame, o aparelho utiliza a lente da câmera e fonte de LED do celular. Com a pupila dilatada, o campo de vista a uma distância de 1 cm a partir do olho do paciente é de aproximadamente 20 graus em uma única imagem. Em um olho não dilatado, o campo de visão é de aproximadamente 5 a 8 graus. É possível, ainda, deslocar a lente para expandir a área de cobertura usando a função de vídeo.

Uma equipe de oftalmologistas e cientistas do Wake Forest Baptist Medical Center, EUA, realizou um estudo de eficácia do aparelho, analisando patologias e técnicas de mapeamento de retina. Com pouca instrução, a maioria dos profissionais foi capaz de capturar o olho do paciente com o D-EYE em sua primeira tentativa. A equipe concluiu que o dispositivo é uma ferramenta promissora para realizar exames oftalmológicos. Além disso, eles preferiram usar a tecnologia em comparação aos aparelhos tradicionais.


Esta solução portátil e de baixo custo tem potencial para ampliar a disponibilidade de exames e ajudar na detecção e tratamento de doenças como glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. A tecnologia, que suporta modelos iOS e Android, já recebeu a autorização das agências reguladoras de saúde dos Estados Unidos e da Europa.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Estimulação Magnética Transcranina

A Estimulação Magnética Transcraniana é um procedimento médico, que utiliza estímulos elétricos e magnéticos excitatórios ou inibitórios para restabelecer o funcionamento cerebral. Atualmente vem sendo amplamente estudada e tratada em diversas outras doenças, tais como: tratamento da depressão, fibromialgia, dor crônica, ansiedade, esquizofrenia, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), transtornos de deficiência de atenção com ou sem hiperatividade, transtorno do stress pós-traumático (TSPT), reabilitação do AVC, tiques, síndrome de Tourette, epilepsia, esclerose múltipla, zumbido, doença de Parkinson, transtorno bipolar entre outras.


Histórico
O primeiro equipamento de Estimulação Magnética Transcraniana ou EMT semelhante ao que é utilizado hoje surgiu em 1975 na Grã-Bretanha.

 Em 1985, a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) foi desenvolvido para uso científico no Reino Unido por Dr. Anthony Baker.

 Em 1992, a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)começou a ser aplicada para tratamento da depressão.

A técnica foi aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos EUA, em 2008.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamentou o uso do aparelho de Estimulação Magnética Transcraniana em março de 2006.
 No Brasil, os melhores centros acadêmicos em medicina como a USP, já possuem há muitos anos um setor específico para Estimulação Magnética Transcraniana. 


Características do tratamento com Estimulação Magnética Transcraniana ou EMT:

·         É praticamente isenta de efeitos colaterais (quando realizado de maneira personalizada)
·         Rápida resposta ao tratamento (depende da individualidade de cada pessoa)
·         Tratamento seguro, não invasivo e não requer anestesia (quando realizado por médico especialista)
·         O tratamento é definido individualmente com cada paciente
·         Não é preciso interromper tratamento com medicamentos para iniciar a EMTr.

Como funciona ?
Antes de iniciar o tratamento com Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), o paciente é devidamente avaliado pelo médico. O número de aplicações não é padronizado, cadas caso deve ser avaliado individualmente. Há um certo consenso de que não deve ser previamente fixado, pois depende de vários fatores como: diagnóstico, gravidade, refratariedade e cronicidade. Após a consulta especializada em neurologia e Estimulação Magnética Trasncranina (EMT) com duração média de 1 hora e meia, é traçado um plano de tratamento com Estimulação Magnética Transcraniana, ou seja, área cerebral a ser estimulada, a intensidade do estímulo, duração de cada sessão e frequência (inibitória x excitátoria). A maioria dos pacientes requer entre 10 a 20 sessões. Após estas sessões iniciais as sessãos de Estimulação Magnética Transcraniana podem ser espaçadas gradativamente e ser realizado o tratamento de manutenção (por ex: semanal, quinzenal, mensal, bimestral, conforme a avaliação e indicação). Cada sessão de Estimulação Magnética Transcraniana tem duração média aproximada de 30 minutos. O local de aplicação da Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) é realizado em uma sala especial na própria Clínica Neurológica Higashi.




A imagem abaixo mostra a ação cerebral da Estimulação Magnética Transcranina, o efeito depende do ajuste da frequência do aparelho, frequências acima de 1 Hz são excitatórias e podem ser utilizadas por exemplo para depressão, já frequências abaixo de 1 hz são inibitórias e podem ser usadas por exemplo na ansiedade.


domingo, 21 de agosto de 2016

Publicado edital do TEOT 2017


A Comissão de Ensino e Treinamento (CET) da SBOT acaba de publicar o Edital do exame para o Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT) 2017. Esta será a 46a edição do Exame.

Os Serviços Credenciados SBOT devem estar atentos ao texto do Edital do 46º TEOT, que ocorrerá nos dias 09, 10 e 11 de março de 2017 em Campinas (SP). A presidente da CET, Giana Silveira Giostri, informou: “Em breve enviaremos os detalhes para o início das inscrições dos médicos residentes/especializandos ao Exame”.

Acesso o edital pelo link abaixo:

Fonte: SBOT

Exoesqueleto para Crianças com Atrofia Muscular Espinhal - AME


A atrofia muscular espinhal (AME) é uma das mais graves doenças neuromusculares degenerativas da infância e, embora rara, possui uma alta taxa de mortalidade. A doença afeta a parte do sistema nervoso que controla o movimento muscular voluntário, provocando uma fraqueza muscular progressiva e generalizada. A fraqueza e o mau desenvolvimento dos músculos impedem que o paciente possa andar e acarretam outros problemas de saúde, como escoliose, osteoporose e insuficiência respiratória. Pensando nisso, o Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), na Espanha, anunciou a criação um exoesqueleto projetado para crianças que sofrem de AME.

O dispositivo, desenvolvido em parceria com a empresa de tecnologia Marsi Bionics, pesa cerca de 12 kg e é ajustável para caber em crianças de 3 a 14 anos. Cada perna possui hastes extensíveis que ajudam a alinhar as articulações e um sistema de órtese automático que se adapta ao paciente. Um conjunto de sensores biônicos ajuda a regular o movimento das pernas, permitindo que as crianças possam se movimentar.

Assista ao vídeo:

O exoesqueleto pode ser benéfico para trazer mais qualidade de vida, bem como ajudar a combater a degeneração muscular. Além de dar às crianças com a doença mais independência, a esperança é que a tecnologia possa ajudar a aliviar os sintomas da doença que surgem da falta de movimento nas pernas. A tecnologia, que já foi patenteada e licenciada pelo CSIC, está em fase pré-clínica.


terça-feira, 16 de agosto de 2016

Osteonecrose


Osteonecrose = necrose avascular óssea.
Osteocondrose = condição idiopática caracterizada por desordens da condrogênese e osteogênese que ocorre num mecanismo de crescimento anteriormente normal.
Osteocondrite dissecante = necrose avascular de um segmento de osso subcondral, causando sintomas na articulação (implica em fratura, primeiramente e em seguida, em necrose).
Osteonecrose

A. Corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular.A cabeça femoral é o sítio mais acometido, 70% dos casos são bilaterais.
B. Cerca de 3% dos pacientes possuem mais de um local acometido, sendo a região proximal da tíbia e o úmero os locais mais comuns. É mais comum na quarta década de vida, mas pode ocorrer em qualquer idade. Pacientes reumatológicos podem estar expostos pela própria doença como nos casos de lúpus eritematoso sistêmico, mas principalmente pela corticoterapia, amplamente aplicada como tratamento. O risco aumenta com o uso de dose acima de 20mg/dia durante 3 meses ou mais.

C. Quadro Clínico
Os sintomas podem ter início muito após o insulto inicial.
Dor mecânica na virilha, inicialmente intermitente, com aumento progressivo em intensidade e frequência, até tornar-se constante.
O tempo de evolução é muito variável.
A radiografia simples é o primeiro exame de imagem. Caso haja sinais, não há necessidade de realizar outros exames.
Nos casos de radiografia normal e alta suspeição, a ressonância nuclear magnética deve ser solicitada, mostrando-se com 97% de sensibilidade e de 98% de especificidade em quadros precoces. O sinal do crescente está presente em 80% dos casos.

D. A cintigrafia possui alta sensibilidade, mas baixa especificidade.

Fontes:
     1.      Howard,AS; Synopsis of orthopaedics – Thieme Medical Publishers,Inc.
     2.      Falcão,LFR; Costa,LHD ; Manual de Reumatologia, 2012 – Roca


         Recomendo:
1. Fernandes, JHM; Doença Musculoesquelética, módulo 3: http://www.semiologiaortopedica.com.br/2012/09/modulo3.html
2.      E-book de semiologia ortopédica ( 26 módulos)


segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Osteocondrose

Osteonecrose = necrose avascular óssea.
Osteocondrose = condição idiopática caracterizada por desordens da condrogênese e osteogênese que ocorre num mecanismo de crescimento anteriormente normal.
Osteocondrite dissecante = necrose avascular de um segmento de osso subcondral, causando sintomas na articulação (implica em fratura, primeiramente e em seguida, em necrose).

Osteocondrose
A.    Tipos
1.      Osteocondroses articulares (isto é, doenças de Freiberg e Perthes)
2.      Osteocondroses não-articulares (doenças de Osgood-Schlatter e de Sever)
3.      Osteocondroses fisárias (doenças de Scheuermann e de Blount)

B.     Doença de Freiberg
1.      Osteocondrose da cabeça metatarsiana, usualmente o segundo, e ocasionalmente terceiro e quarto metatarsianos.
2.      Usualmente aos 12-15 anos, antes da oclusão da fise.
3.      Os sintomas surgem antes das alterações radiográficas (dor,sensibilidade local, edema).
4.      Achados radiográficos: esclerose, f ragmentação e alargamento da epífise, pinçamento da articulação.
5.      Tratamento: repouso, proibição de ambulação com sustentação de peso, aparelho de gesso, palmilha para sustentação do arco longitudinal e ocasionalmente excisão de corpos livres ou osteotomia de dorsiflexão.

C.    Doença de Panner

1.         Osteocondrose do capítulo (capitelo) do úmero.

1.      Principalmente meninos em torno de 8-9 anos de idade.
2.      Sintomas: dor após traumatismo leve. Inabilidade de esticar completamente o cotovelo.
3.      Achados radiográficos: fragmentação e irregularidade do capitelo
4.      Tratamento: repouso e tratamento conservador. Ocasionalmente, excisão de corpos livres.

A.    Doença de Kohler
1.      Osteocondrose do navicular do tarso.
2.      Setenta e cinco a 80% são do sexo masculino, sendo comum durante os 4-10 anos de idade; um terço dos casos é bilateral.
3.      Achados clínicos: dor local, edema, sensibilidade local.
4.      Achados radiográficos: esclerose, achatamento e fragmentação do navicular.
5.       Usualmente é processo autolimitante e a regra é a reconstrução espontânea.
6.      Tratamento: repouso, observação, ocasionalmente um aparelho de gesso curto para marcha.
                                                                                                         
B.     Síndrome de Osgood-Schlatter

1.      Osteocondrose por tração da tuberosidade anterior da tíbia.
2.      Mais comum em meninos ativos, durante a puberdade; frequentemente é bilateral.
3.      Achados clínicos: dor, sensibilidade local e inchaço. Os sintomas podem perdurar durante meses a anos.
4.      Achados radiográficos: fragmentação da tuberosidade tibial com ossículos de aspecto denso e edema do tecido mole.
5.      Tratamento: tratamento conservador e ocasionalmente um aparelho gessado cisado cilíndrico. Raramente há necessidade de cirurgia, como perfuração ou excisão do fragmento ósseo não unido.

C.    Síndrome de Sinding-Larsen

1.      Osteocondrose por tração do pólo inferior da patela.
2.      Achados clínicos: dor e sensibilidade locais.
3.      Achados radiográficos: esclerose e fragmentação do pólo inferior da patela.
4.      Tratamento: sintomático.

D.    Doença de Sever

1.      Osteocondrose por pressão ou apofisite por tração da inserção do tendão de Aquiles.
2.      Mais comum em meninos entre 8-15 anos de idade.
3.      Frequentemente assintomática e pode ser uma variante normal.
4.      Tratamento: sintomático e elevação do calcanhar (aumento da altura do salto do sapato).
Fontes:
     1.      Howard,AS; Synopsis of orthopaedics – Thieme Medical Publishers,Inc.
     2.      Falcão,LFR; Costa,LHD ; Manual de Reumatologia, 2012 – Roca

           Recomendo:
1.      Fernandes, JHM; Doença Musculoesquelética, módulo 3: http://www.semiologiaortopedica.com.br/2012/09/modulo3.html
2.      E-book de semiologia ortopédica ( 26 módulos)

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Osteocondrite Dissecante



Osteonecrose = necrose avascular óssea.
Osteocondrose = condição idiopática caracterizada por desordens da condrogênese e osteogênese que ocorre num mecanismo de crescimento anteriormente normal.
Osteocondrite dissecante = necrose avascular de um segmento de osso subcondral, causando sintomas na articulação (implica em fratura, primeiramente e em seguida, em necrose).

Osteocondrite Dissecante

A.    Necrose avascular do osso subcondral; fragmento osteocondral parcial ou totalmente deslocado.
B.     Associada a traumatismo (50%).
C.     Achados clínicos: dor, efusão articular, episódios de travamento, artrose.
D.    Comum no aspecto lateral do côndilo femoral medial, aspectos póstero-medial ou ântero-lateral da cúpula talar, aspecto ântero-lateral do capitelo e cabeça femoral, após doença de Perthes.
E.     Tratamento
1.      Crianças no início da adolescência:modificação da atividade e imobilização.
2.      Pacientes mais idosos:
a.       Repouso e proteção, se as lesões forem de pequenas dimensões e estáveis; e se praticamente sintomáticas.
b.      Lesões sintomáticas.
(1)   Lesão intacta: diversos orifícios broqueados através da superfície articular, atingindo o fragmento subcondral e osso vascularizado.
(2)   Separação recente: fixação percutânea com fio de Kirschner.
(3)   Deslocamento parcial: debridamento suave do tecido fibroso interposto e fixação do pedículo com fios de Kirschner.
(4)   Fragmento solto:se suficientemente grande, tente a sua reinserção e refixação por meio de fios de Kirschner (podemos usar enxerto ósseo).

Fontes:
         1.      Howard,AS; Synopsis of orthopaedics – Thieme Medical Publishers,Inc.
         2.      Falcão,LFR; Costa,LHD ; Manual de Reumatologia, 2012 – Roca

            Recomendo:
1.      Fernandes, JHM; Doença Musculoesquelética, módulo 3: http://www.semiologiaortopedica.com.br/2012/09/modulo3.html
2.      E-book de semiologia ortopédica ( 26 módulos)